
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protagonizou mais um momento de tensão com a imprensa nesta terça-feira (18). A bordo do Air Force One, ele mandou uma repórter “ficar quieta” e a chamou de “porquinha” depois de ser questionado sobre e-mails de Jeffrey Epstein que mencionam seu nome.
Trump, que há anos tenta se desvincular do ex-magnata — encontrado morto em uma cela de Manhattan em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual — demonstrou irritação ao ser pressionado sobre o conteúdo dos arquivos.
No mesmo dia, a Câmara dos Representantes aprovou um projeto de lei que obriga o Departamento de Justiça a liberar todos os documentos relacionados à investigação sobre Epstein. A medida passou com ampla maioria: 427 votos a favor e apenas um contra, do republicano Clay Higgins, da Louisiana. O texto agora segue para o Senado, ainda sem garantia de apoio suficiente para avançar.
Os materiais já divulgados pelo Comitê de Supervisão da Câmara incluem diversos e-mails, entre eles uma mensagem em que Epstein afirma que Trump “sabia sobre as garotas”. A frase parece fazer referência à alegação de que o então empresário teria expulsado Epstein do clube Mar-a-Lago por assediar jovens funcionárias.
Em outra mensagem, enviada em 2018 a um conselheiro da Casa Branca durante o governo Obama, Epstein escreve: “Eu sei o quanto Donald é sujo”, sugerindo que possíveis escândalos envolvendo o atual presidente poderiam vir à tona.
Trump, por sua vez, classificou Epstein como “nojento” e repetiu que havia cortado relações com o ex-magnata muitos anos antes de sua morte.
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